25 de janeiro de 2014

Rio Grande, RS - Dia 18 Fevereiro 2014


Pois é... Época de férias é época de registrar aqui no Dicário minhas andanças por aí. Primeiro, para não esquecer de nada e segundo para deixar boas dicas para quem também gosta de viajar.

Estivemos em Rio Grande, RS, uma cidade no extremo sul do estado do Rio Grande do Sul, localizada a 317 km de Porto Alegre, conhecida pela intensa atividade portuária.

O meu pai é riograndino e fazia mais de 30 anos que ele não visitava a cidade onde nasceu e cresceu e de onde partiu com 20 anos de idade. Agora, com 73 anos, queria voltar a sua cidade Natal, e fomos passar um fim de semana com eles por lá.

Ficheiro:RioGrandedoSul Municip RioGrande.svg

A estrada está realmente um horror, além do grande tráfego de caminhões há muitas obras em andamento durante todo o percurso o que dificulta bastante a fluência do trânsito.
Na ida aproveitamos o amanhecer de um sábado, com temperaturas mais agradáveis, já que a temperatura chega a registrar 40ºC por aqui este ano.  Na volta, encaramos a estrada no horário de meio dia, o que não foi nada legal, muito quente e, como era segunda-feira, o trânsito de caminhões era ainda mais intenso e, consequentemente, perigoso.
A cidade não oferece muitas opções de hospedagem, ainda mais sendo uma cidade industrial e não turística, as opções de hotel com infraestrutura são pouquíssimas. Nós procuramos um hotel no centro da cidade para facilitar a circulação. Então, optamos pelo hotel Atlântico, que tem mais contras do que prós. Os prós são a localização, o café da manhã que é bem razoável, gostoso e com alguma variedade, uma bela vista da janela do quarto que ficamos, no 8º andar e um banheiro bem espaçoso com chuveiro bem farto! Os contras... Bem, o hotel está em reforma, a parte dos quartos já está pronta, mas a parte interna ainda está sendo reformada, então há muito barulho de obra e trânsito de caliça e pedreiros pelo hotel nos dias de semana. Não tem carregadores de mala para acompanhar os hóspedes até o quarto e prestar as orientações de uso das instalações, não tem estacionamento no hotel, só deixando a chave com o manobrista que leva o seu carro até uma garagem localizada há 2 quadras dali e ainda cobram a parte pelo serviço e além disso, os atendentes são muito mal humorados... Mas, o que me deixou bem furiosa, foi o elevador que estava sempre pifado. Ora, trata-se de um prédio com 10 andares, é inadmissível o elevador não funcionar! Eu estava com meus pais idosos, minha mãe (cardíaca) de 69 anos e meu pai de 73 anos, instalados no 8º andar, não tem a menor chance de subir de escada 8 andares!!! Isso realmente me deixou indignada, ainda mais depois que meu pai ficou preso no elevador e o funcionário levou uns 20 minutos para aparecer! Sequer foram até o elevador avisá-lo que já tinham visto que estava trancado e que já tinham acionado a manutenção. Uma grande falta de respeito! Isso realmente me faz não indicar este hotel para ninguém.





Na primeira tarde após instalados em Rio Grande, fizemos a travessia a São José do Norte, de barco. É bem legal. A travessia pode ser feita de balsa, com o carro, neste caso é pago somente o valor do carro os passageiros não pagam nada, ou de "lancha", como eles chamam, e a passagem é R$ 2,00 por pessoa. A travessia leva uns 30 min. e somos brindados com uma bela paisagem!











A noite um merecido banho refrescante depois de um dia com temperaturas beirando a 40ºC, fomos jantar em uma pizzaria muito charmosa chamada Pandorato. Os donos são um casal bem simpático que também trabalham no restaurante, e conta com uma boa equipe no atendimento. 





Então tá, por hora era isso. Depois conto mais desses dias excepcionais que passamos em Rio Grande!